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Restaura-me reuniu fiéis no carnaval em Salvador

Entre os dias 02 e 04 de março aconteceu o XIII Restaura-me, um retiro de carnaval organizado por uma equipe de 70 servos dos setores 3, 4 e 5 da Renovação Carismática Católica da Arquidiocese de São Salvador e teve como tema: "Deus nos amou primeiro" (1 Jo 4,19). O evento, que reuniu cerca de 400 pessoas, aconteceu na Comunidade Imaculado Coração de Maria, em Itacaranha. 

O Restaura-me teve como objetivo proporcionar um encontro para as pessoas que desejavam experimentar a verdadeira alegria gerada pelo Espírito Santo no período carnavalesco. Para isso, durante os dias do evento, ocorreram missas, Adoração ao Santíssimo, pregações e momentos de animação. 

Estiveram presentes no retiro os padres Dimas e Homero, além do Diácono Nelson Barbosa, que foram os responsáveis pela condução da Adoração. As missas foram presididas pelo Pe. Gilberto (Paróquia Santa Terezinha Doutora da Igreja/Alto da Terezinha); Pe. Rutinaldo (Assistente Eclesiástico da RCC Salvador); e Pe. Homero (Paróquia Nossa Senhora da Penha/Ribeira). 

As pregações foram realizadas por Elissandro Trindade (Presidente do Conselho Arquidiocesano da RCC Salvador); Claudia Maria (Coordenadora Arquidiocesana Ministério de Pregação RCC Salvador); Josenoura (Coordenadora Arquidiocesana Ministério de Oração por Cura e Libertação da RCC Salvador); Genilson (Ministério de Pregação RCC Salvador; e Niceu (Representante Ministério de Pregação do Setor 10).

Uma das atrações foi a peça apresentada pelo Ministério para as Crianças e Adolescentes que teve como temática o Querigma para os adultos e buscou evangelizar e divertir os presentes. Os jovens dos grupos de dança CrisArtes (Grupo de Oração Cristo é a Paz - Boa Vista do Lobato) e Cristo é Luz (Paróquia Nossa Senhora Mãe da Igreja - Bariri) também realizaram apresentação e animaram o público com a sua arte. 

O Ministério de Música e Artes dos setores 3, 4 e 5 e o Ministério Renascer (Candeias) tiveram a missão de conduzir os momentos de animação do Restaura-me.


Keyla Santos
Ministério de Comunicação Social da RCC Salvador

Baixe a arte do cartaz de Pentecostes 2019

A Renovação Carismática Católica do Brasil disponibilizou a sugestão de arte do cartaz para as celebrações da Festa de Pentecostes 2019, seguindo a temática discernida pelo Conselho Nacional da RCCBRASIL (ler mais). O tema proposto para as celebrações de Pentecostes no Brasil é “Unidos de coração vivemos um novo Pentecostes” (cf. At 2,1-4).
Ao fazer o download, é possível baixar a imagem nas extensões eps, cdr, jpeg e psd. Com a arte editável, pode-se adaptá-la para outros materiais, conforme a necessidade do evento.
O domingo da Festa de Pentecostes será celebrado no dia 09 de junho.  Pentecostes é a grande celebração do Espírito Santo, quando Ele foi derramado sobre Maria e os Apóstolos reunidos no Cenáculo, conforme narrado no Livro do Atos dos Apóstolos:
Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar.De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. (At2, 01-04)
Fique atento a todas as orientações contidas no manual da marca da RCCBRASIL e do Tema do Ano. Faça o download da arte de Pentecostes agora mesmo e divulgue essa grande celebração!
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Cenáculos com Maria
O tema que o Conselho Nacional da RCCBRASIL sugere para os Cenáculos com Maria é “Visitados por Maria, visitados pelo Amor” (cf. Lc 1, 39-45)Para os Cenáculos, a RCCBRASIL não propõe nenhuma arte específica, cada diocese que realiza o evento pode discernir o material visual conforme discernimento e necessidade local.

RCC Salvador realiza Encontro de Formação para Coordenadores e Núcleos de Grupos de Oração


A Renovação Carismática Católica da Arquidiocese de São Salvador da Bahia realiza no próximo domingo (17/03), às 8h, o seu Encontro de Formação para Coordenadores e Núcleos de Grupos de Oração. O evento reunirá as lideranças da RCC Salvador para orientações e formações específicas, estabelecidas como necessárias através dos relatórios do diagnóstico feito com todos os Grupos de Oração da Arquidiocese. O encontro será gratuito e acontecerá na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa.

O Encontro de Formação terá uma programação diversificada, com momentos de formações, workshops, Oração por Cura e Libertação e Santa Missa. Como o evento acontecerá das 8h às 17h, haverá um almoço partilhado. “Essa formação será um momento importante para a vida dos Grupos de Oração da nossa Arquidiocese, será estabelecido um Plano de Ação com diretrizes e metas para os núcleos de Grupo de Oração”, ressalta o Presidente do Conselho Arquidiocesano da RCC Salvador, Elissandro Trindade. Serão cinco eixos que nortearão esse Plano de Ação: evangelização, espiritualidade, pastoreio, formação e comunicação.

Para Elissandro Trindade, este será o primeiro passo para iniciar a obra que o Senhor prometeu, mas é necessária a presença de todos os coordenadores e núcleos. "É preciso mobilizar todas as lideranças, pois o Senhor deseja realizar uma obra nova em cada célula base da RCC Salvador, que são os Grupos de Oração", destaca Elissandro.

Diagnóstico dos Grupos de Oração

O diagnóstico teve como objetivo quantificar e mapear os Grupos de Oração da RCC Salvador, buscando a unidade com os direcionamentos do Movimento, proposto no Planejamento Estratégico da RCC Brasil. De posse dos dados, o Conselho Arquidiocesano irá estabelecer metas e diretrizes para os Grupos de Oração, em comunhão com os respectivos núcleos.

O que são políticas públicas?

Parando para refletir sobre a Campanha da Fraternidade deste ano cujo tema é "Fraternidade e Políticas Públicas", com o Lema: "Serás libertos pelo direito e pela justiça". Acredito que primeiramente devemos entender o que é Políticas Públicas e para quê serve. De nada vai nos acrescentar se não compreendermos o real significado deste tema. 

Políticas públicas são conjuntos de programas, ações e decisões tomadas pelos governos (nacionais, estaduais ou municipais) com a participação, direta ou indireta, de entes públicos ou privados que visam assegurar determinado direito de cidadania para vários grupos da sociedade.

As políticas públicas afetam a todos os cidadãos, de todas as escolaridades, independente de sexo, raça, religião ou nível social. Com o aprofundamento e a expansão da democracia, as responsabilidades do representante popular se diversificaram. Hoje, é comum dizer que sua função é promover o bem-estar da sociedade. O bem-estar da sociedade está relacionado a ações bem desenvolvidas e à sua execução em áreas como saúde, educação, meio ambiente, habitação, assistência social, lazer, transporte e segurança, ou seja, deve-se contemplar a qualidade de vida como um todo.

Ora, esse elo Fraternidade e Políticas Públicas, muito me chamou atenção por acreditar que se realmente nós nos trataremos como irmãos, faríamos pelos nossos o MELHOR, me refiro aos nossos governantes, representantes, ou seja, pessoas que nos representa em todas as esferas. Ter um olhar carinhosa para com a nossa Sociedade, responder com respeito e dignidade as demandas do povo e sobretudo ampliar a participação da sociedade no controle social das Políticas Pública.  

Finalizo convidando - os (as) a refletir um poucos mais e verdadeiramente compreender o quão valioso pode ser esse tema para nós enquanto agentes transformadores e representantes da Igreja Católica!

Ione Santos Silva
Assistente Social
Especialista em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicas
Paróquia Nossa Senhora da Paz

Resumo dos workshops e pregações completas disponíveis: relembre como foi o ENF 2019


Já bateu aquela saudade do Encontro Nacional de Formação 2019?  Com certeza sua resposta foi positiva, afinal, foram dias intensos de oração e formação, mas, sobretudo de celebração pelo Jubileu de Ouro da Renovação Carismática Católica do Brasil.
O ENF 2019 foi um grande evento, maior em quantidade de participantes (mais de 14 mil inscritos), e grande também no significado espiritual do evento, pois foi um momento de partilha da graça de Deus derramada sobre o Brasil nesses 50 anos e reflexões aprofundadas acerca do amor.
Quem não participou do ENF pode ter acesso a parte do evento pelos canais de comunicação da RCCBRASIL. Já para aqueles que participaram, essa é a oportunidade para relembrar todas as coisas ditas e vividas naqueles memoráveis dias. Confira:

Pregações completas:








Resumo dos workshops:

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Veja o resumo de todas as formações específicas acessando www.rccbrasil.org.br/enf
As pregações centrais estão disponíveis no canal da RCCBRASIL no Youtube(www.youtube.com/rccbrasil).


Fonte: Portal RCC Brasil

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2019

A Santa Sé divulgou nesta terça-feira, 26 de fevereiro, a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2019, na qual, mediante o jejum, a oração e a esmola, faz um chamado à conversão.

 “Que a nossa Quaresma seja percorrer o mesmo caminho, para levar a esperança de Cristo também à criação, que ‘será libertada da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus’. Não deixemos que passe em vão este tempo favorável! Peçamos a Deus que nos ajude a realizar um caminho de verdadeira conversão. Abandonemos o egoísmo, o olhar fixo em nós mesmos, e voltemo-nos para a Páscoa de Jesus; façamo-nos próximo dos irmãos e irmãs em dificuldade, partilhando com eles os nossos bens espirituais e materiais”.

A seguir, o texto completo da mensagem do Papa Francisco:

«A criação encontra-se em expectativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus» (Rm 8, 19)

Queridos irmãos e irmãs!

Todos os anos, por meio da Mãe Igreja, Deus «concede aos seus fiéis a graça de se prepararem, na alegria do coração purificado, para celebrar as festas pascais, a fim de que (…), participando nos mistérios da renovação cristã, alcancem a plenitude da filiação divina» (Prefácio I da Quaresma). Assim, de Páscoa em Páscoa, podemos caminhar para a realização da salvação que já recebemos, graças ao mistério pascal de Cristo: «De facto, foi na esperança que fomos salvos» (Rm 8, 24). Este mistério de salvação, já operante em nós durante a vida terrena, é um processo dinâmico que abrange também a história e toda a criação. São Paulo chega a dizer: «Até a criação se encontra em expetativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus» (Rm 8, 19). Nesta perspetiva, gostaria de oferecer algumas propostas de reflexão, que acompanhem o nosso caminho de conversão na próxima Quaresma.

1. A redenção da criação

A celebração do Tríduo Pascal da paixão, morte e ressurreição de Cristo, ponto culminante do Ano Litúrgico, sempre nos chama a viver um itinerário de preparação, cientes de que tornar-nos semelhantes a Cristo (cf. Rm 8, 29) é um dom inestimável da misericórdia de Deus.

Se o homem vive como filho de Deus, se vive como pessoa redimida, que se deixa guiar pelo Espírito Santo (cf. Rm 8, 14), e sabe reconhecer e praticar a lei de Deus, a começar pela lei gravada no seu coração e na natureza, beneficia também a criação, cooperando para a sua redenção. Por isso, a criação – diz São Paulo – deseja de modo intensíssimo que se manifestem os filhos de Deus, isto é, que a vida daqueles que gozam da graça do mistério pascal de Jesus se cubra plenamente dos seus frutos, destinados a alcançar o seu completo amadurecimento na redenção do próprio corpo humano. Quando a caridade de Cristo transfigura a vida dos santos – espírito, alma e corpo –, estes rendem louvor a Deus e, com a oração, a contemplação e a arte, envolvem nisto também as criaturas, como demonstra admiravelmente o «Cântico do irmão sol», de São Francisco de Assis (cf. Encíclica Laudato si’, 87). Neste mundo, porém, a harmonia gerada pela redenção continua ainda – e sempre estará – ameaçada pela força negativa do pecado e da morte.

2. A força destruidora do pecado

Com efeito, quando não vivemos como filhos de Deus, muitas vezes adotamos comportamentos destruidores do próximo e das outras criaturas – mas também de nós próprios –, considerando, de forma mais ou menos consciente, que podemos usá-los como bem nos apraz. Então sobrepõe-se a intemperança, levando a um estilo de vida que viola os limites que a nossa condição humana e a natureza nos pedem para respeitar, seguindo aqueles desejos incontrolados que, no livro da Sabedoria, se atribuem aos ímpios, ou seja, a quantos não têm Deus como ponto de referência das suas ações, nem uma esperança para o futuro (cf. 2, 1-11). Se não estivermos voltados continuamente para a Páscoa, para o horizonte da Ressurreição, é claro que acaba por se impor a lógica do tudo e imediatamente, do possuir cada vez mais.

Como sabemos, a causa de todo o mal é o pecado, que, desde a sua aparição no meio dos homens, interrompeu a comunhão com Deus, com os outros e com a criação, à qual nos encontramos ligados antes de mais nada através do nosso corpo. Rompendo-se a comunhão com Deus, acabou por falir também a relação harmoniosa dos seres humanos com o meio ambiente, onde estão chamados a viver, a ponto de o jardim se transformar num deserto (cf. Gn 3, 17-18). Trata-se daquele pecado que leva o homem a considerar-se como deus da criação, a sentir-se o seu senhor absoluto e a usá-la, não para o fim querido pelo Criador, mas para interesse próprio em detrimento das criaturas e dos outros.

Quando se abandona a lei de Deus, a lei do amor, acaba por se afirmar a lei do mais forte sobre o mais fraco. O pecado – que habita no coração do homem (cf. Mc 7, 20-23), manifestando-se como avidez, ambição desmedida de bem-estar, desinteresse pelo bem dos outros e muitas vezes também do próprio – leva à exploração da criação (pessoas e meio ambiente), movidos por aquela ganância insaciável que considera todo o desejo um direito e que, mais cedo ou mais tarde, acabará por destruir inclusive quem está dominado por ela.

3. A força sanadora do arrependimento e do perdão

Por isso, a criação tem impelente necessidade que se revelem os filhos de Deus, aqueles que se tornaram «nova criação»: «Se alguém está em Cristo, é uma nova criação. O que era antigo passou; eis que surgiram coisas novas» (2 Cor 5, 17). Com efeito, com a sua manifestação, a própria criação pode também «fazer páscoa»: abrir-se para o novo céu e a nova terra (cf. Ap 21, 1). E o caminho rumo à Páscoa chama-nos precisamente a restaurar a nossa fisionomia e o nosso coração de cristãos, através do arrependimento, a conversão e o perdão, para podermos viver toda a riqueza da graça do mistério pascal.

Esta «impaciência», esta expetativa da criação ver-se-á satisfeita quando se manifestarem os filhos de Deus, isto é, quando os cristãos e todos os homens entrarem decididamente neste «parto» que é a conversão. Juntamente connosco, toda a criação é chamada a sair «da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus» (Rm 8, 21). A Quaresma é sinal sacramental desta conversão. Ela chama os cristãos a encarnarem, de forma mais intensa e concreta, o mistério pascal na sua vida pessoal, familiar e social, particularmente através do jejum, da oração e da esmola.

Jejuar, isto é, aprender a modificar a nossa atitude para com os outros e as criaturas: passar da tentação de «devorar» tudo para satisfazer a nossa voracidade, à capacidade de sofrer por amor, que pode preencher o vazio do nosso coração. Orar, para saber renunciar à idolatria e à autossuficiência do nosso eu, e nos declararmos necessitados do Senhor e da sua misericórdia. Dar esmola, para sair da insensatez de viver e acumular tudo para nós mesmos, com a ilusão de assegurarmos um futuro que não nos pertence. E, assim, reencontrar a alegria do projeto que Deus colocou na criação e no nosso coração: o projeto de amá-Lo a Ele, aos nossos irmãos e ao mundo inteiro, encontrando neste amor a verdadeira felicidade.

Queridos irmãos e irmãs, a «quaresma» do Filho de Deus consistiu em entrar no deserto da criação para fazê-la voltar a ser aquele jardim da comunhão com Deus que era antes do pecado das origens (cf. Mc 1,12-13; Is 51,3). Que a nossa Quaresma seja percorrer o mesmo caminho, para levar a esperança de Cristo também à criação, que «será libertada da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus» (Rm 8, 21). Não deixemos que passe em vão este tempo favorável! Peçamos a Deus que nos ajude a realizar um caminho de verdadeira conversão. Abandonemos o egoísmo, o olhar fixo em nós mesmos, e voltemo-nos para a Páscoa de Jesus; façamo-nos próximo dos irmãos e irmãs em dificuldade, partilhando com eles os nossos bens espirituais e materiais. Assim, acolhendo na nossa vida concreta a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, atrairemos também sobre a criação a sua força transformadora.

Fonte: Portal ACI Digital

Desafio quaresmal: desapegue-se de 40 coisas em 40 dias

Enquanto se desprende de bens materiais em bom estado, você ainda ajuda quem de fato precisa!
Excelentes iniciativas estão animando os católicos a viverem a Quaresma com mais consciência e com gestos concretos de união a Cristo no dia-a-dia. Uma delas é o desafio quaresmal de “um desapego por dia”.

O ponto de partida é o desejo de viver a Quaresma direcionando tudo a Deus mediante a confiança e entrega de todos os aspectos da própria vida a Ele. Junto com a oração e o jejum, um dos três pilares da Quaresma em termos de ação prática é a esmola – mas não no sentido mundano de “dar alguma coisinha” por mero “desencargo aparente de consciência”, e sim no sentido cristão tradicional: compartilhar bens materiais realmente úteis com pessoas necessitadas que possam de fato aproveitá-los. Não se trata necessariamente de dar dinheiro: podem ser doadas coisas úteis e em bom estado das quais não precisamos mais. Assim, além de ajudar os outros, nos desapegamos do material.

Eis portanto o desafio: durante os 40 dias da Quaresma, desapegue-se de 40 coisas, uma por dia, das quais você não precisa mais (ou talvez nunca tenha precisado realmente…), mas que estejam em condições dignas para ser usadas por outras pessoas. Pode ser um utensílio de cozinha, uma jaqueta, uma bicicleta, uma bolsa, uma mochila, um livro, um aparelho eletrônico, uma ferramenta, algum equipamento esportivo… Revise os armários, as gavetas, a cozinha, a despensa, a garagem!

E encontre alguém ou algum lugar que precise desse objeto como doação:

  • centros de acolhimento de gestantes que precisam de cadeirinhas, berços, carrinhos de bebê, roupinhas…;
  • orfanatos que precisam de louça, brinquedos, calçados, artigos esportivos…;
  • asilos que precisam de móveis, roupa, utensílios domésticos, lençóis, toalhas, livros, revistas…;
  • centros paroquiais que coletam e distribuem donativos em bom estado…
  • etc.

Há grupos que até buscam objetos de grande porte na sua casa.

Importante: pode haver casos em que é mais frutífero vender o item por um preço bem acessível do que doá-lo. Muita gente, mesmo necessitada, se sente mais gratificada quando pode retribuir com algo, mesmo que seja pouco (só tome cuidado para não desvirtuar o seu desapego tratando de ganhar alguma coisa até na hora de fazer um suposto ato de caridade… Siga a sua consciência e aja com reta intenção).

Enquanto limpa os seus armários, você limpa também a sua mente e o seu coração, pensando e agindo em prol dos menos felizardos e sentindo-se grato por tudo o que você mesmo já recebeu.

Do Catecismo da Igreja Católica, nº 2462: “A esmola feita aos pobres é um testemunho de caridade fraterna; é também uma prática de justiça que agrada a Deus”.

Fonte: Portal Aleteia